A partir de amanhã, dia 1 de agosto, a editora Emerald irá disponibilizar acesso gratuito aos ebooks nas áreas de Negócios, Gestão e Economia, Ciências Sociais e Transporte para avaliação dos professores, alunos e bibliotecários da UFRJ.  Mais informações no cartaz: 

 

 

Lembramos que para utilizar esse acesso, os usuários devem utilizar a rede da UFRJ e acessar os ebooks do site da Emerald Insight.  

Para utilizar a rede da UFRJ basta estar conectado à Intranet ou utilzar um dos computadores da universidade. 

 

O período de acesso vai até  dia 31 de agosto.

 

 

 

Com a crescente integração da UFRJ e de suas bibliotecas às pautas relacionadas a promoção de Acessibilidade, divulgamos a notícia de Ana Carolina Correia (COORDCOM - UFRJ) veiculada no Portal UFRJ sobre o lançamento do Xulia, o software de reconhecimento de voz desenvolvido pelo NCE - UFRJ em parceria com o Instituto Novo Ser. No fim da notícia, há um link para o download do programa.

 

 

NCE sedia lançamento de software de reconhecimento de voz

 

 
Imagem: Divulgação NCE/UFRJ

 

O Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE/UFRJ) sediou na segunda-feira (10/7) o lançamento do software para portadores de deficiência motora Xulia, lançado por meio de parceria entre o Instituto Novo Ser e o programador Antonio Losada González, da Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha. O programa é o primeiro do tipo a reconhecer todos os comandos de texto no idioma português utilizando o reconhecimento de voz do Google.

Baseado no software Motrix, desenvolvido há 13 anos por José Antônio Borges, professor do NCE, o Xulia atualiza as principais funções de seu antecessor. O maior diferencial desse novo programa é permitir, diferentemente do Motrix, que o usuário dite textos completos em português em vez de ter de soletrar cada palavra.

Segundo Ricardo González, um dos idealizadores do software e usuário ativo dele, o Xulia é capaz de reconhecer mais de 140 comandos utilizados normalmente em ambiente Windows e permite uma maior autonomia no uso do computador. “O Xulia aumenta a produtividade de quem não pode utilizar as mãos, permitindo o uso de diversos comandos. O programa é facilmente customizável para atender a demanda de casa usuário”, explicou.

Já Borges lembrou da importância do Motrix, desenvolvido na UFRJ, para a inclusão de portadores de deficiência motora no uso de computadores e ressaltou que o NCE trabalhará nos testes e futuros ajustes no Xulia. “Nosso papel como Universidade é de abrir fronteiras e divulgar iniciativas como essa”, afirmou.

O Instituto Novo Ser disponibiliza o download gratuito do programa, além de suporte para sua instalação e uso. Para saber mais sobre o programa, clique aqui.

 

Fonte: Portal UFRJ

 

 

 

Cinco anos sem Aloisio Teixeira

 

Trajetória do professor é inspiração para a defesa das universidades públicas

 

   Homenagear Aloisio Teixeira é necessário.  Muitas e muitas vezes. São muitas as facetas do seu trabalho que transbordam pela universidade e pelo país. Segundo o próprio Aloisio, Marx organizou definitivamente a matriz de seus pensamentos. E, desenvolvendo seu pensamento de modo original, dedicou-se a pensar o Brasil. Militou em prol do desenvolvimento do país e, particularmente, pela democratização da universidade pública e gratuita, por compreender que a ciência, a tecnologia, a arte e a cultura devem ser apropriadas por todo o povo, em especial pelos mais explorados, conhecimentos que precisam estar a serviço das necessidades dos povos e de seu bem viver.   

   Tinha orgulho de ser funcionário público. Ingressou como professor na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1981. Sempre buscou ser um grande professor. Seus estudantes confirmam o êxito desse objetivo. E foi um professor de destaque, pois foi excelente pesquisador, extensionista e dedicado lutador pela causa da educação pública.    Com o fim da ditadura militar, seu expressivo trabalho político e acadêmico o fez receber convites para participar do “governo da redemocratização”, como se via na época. Engajado na Constituinte, contribuiu com formulações estruturantes no capítulo da Seguridade Social, uma seção da Constituição que é referência democrática em todo o mundo.

 

 

 

 

   A década de 1990 marcou seu retorno à Universidade, ao mesmo tempo em que se instauravam os governos de extrato neoliberal no Brasil. Não poderia ficar parado diante dos ataques à universidade pública, à sua autonomia e ao desmonte da ciência brasileira. Isso o levou a concorrer ao cargo de reitor da UFRJ, tendo sido eleito pelo voto da maior parte da comunidade. No entanto, sofreu um golpe do Ministério da Educação, quando o ministro da época preteriu seu nome, na lista tríplice, beneficiando outro candidato, recebedor de menos de 9% do total de votos. Era um ataque à UFRJ. Eterno combatente pela democracia, Aloísio assumiu o assento de representante de professores titulares do CCJE no Conselho Universitário, de onde travou dura batalha contra a intervenção então instalada e transformou aquele espaço em uma tribuna da autonomia universitária. Professores, técnicos-administrativos e estudantes se somaram à luta pela autonomia universitária, protagonizando um dos mais belos momentos da história da UFRJ.

 

 

   Entre 2003 e 2011, dirigiu a UFRJ democraticamente, aberto a ouvir e dar espaço à apresentação do contraditório, possibilitando um ambiente de debate e criatividade raramente vivido pela universidade brasileira. Lutou pela expansão de vagas, não apenas pelo crescimento quantitativo, mas pela democratização do acesso, por meio de ações afirmativas que conjugassem, ao mesmo tempo, condição econômica, raça e vínculo com a escola pública. Homenageá-lo cinco anos após a sua morte é lembrar sua presença: a sua força continua entre nós! Seguimos, todos, motivados a aprofundar a implementação da universidade democrática, agora desafiados a assegurar, de fato, condições de permanência aos estudantes provenientes das frações mais exploradas e expropriadas que ingressaram por meio das políticas aprovadas em suas gestões. Agora em contexto muito adverso em virtude de drásticos cortes no orçamento das universidades e institutos públicos de pesquisa.

 

   O difícil quadro econômico, social, político do país não pode servir de justificativa para adaptação ao existente! Como diria Aloisio, é hora de conclamar a união, intensificar a mobilização e confiar que nossa comunidade jamais ficará passiva diante da política destrutiva de nossa utopia. Nas palavras de Eduardo Galeano, as utopias servem para nos fazer caminhar. Não impedirão nosso caminho.

 

   A singela homenagem da Reitoria é extensiva aos amigos, colaboradores, familiares de Aloísio. Todo carinho e reconhecimento por suas jornadas ao lado de nosso professor!

 

Aloisio Teixeira, presente!

 

   Reitoria da UFRJ

 

 

Fonte: CoordCom - UFRJ

 

 

 

 

Inauguração da Exposição em homenagem a Aloisio Teixeira, que contou com convidados, equipe do SiBI e o atual reitor da universidade, Roberto Leher. Fotos no nosso Flickr.

 

 

Abertura da exposição em homenagem à Aloisio Teixeira

 

 

Lembramos que a exposição é aberta ao público e acontece na Biblioteca Pedro Calmon do Forum de Ciência e Cultura da UFRJ.

 

 

 

 

Notícia veiculada no Portal CAPEs sobre o Grupo de Trabalho (GT) do Portal de Periódicos que inclui que inclui Paula Mello, coordenadora do SiBI, Eneida de Oliveira e Elaine Paula, ambas do Centro Referencial e Help Desks do Portal de Periódicos da CAPES para atendimento à Região Sudeste do Brasil.

 

 

Nos dias 20 e 21 de junho, as bibliotecárias do Grupo de Trabalho (GT) do Portal de Periódicos se reuniram no edifício sede da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em Brasília, para compilar os dados da avaliação dos periódicos feita no ano passado pelos coordenadores de Programas e coordenadores de Área do órgão. A partir da consolidação das informações e de outros requisitos pré-estabelecidos, será possível sugerir os periódicos que poderão ser cancelados a partir de 2018.

Em 2016, a Diretoria de Programas e Bolsas no País (DPB) convidou todos os coordenadores de Programas e coordenadores de Área para participar de um novo processo de avaliação dos títulos. A metodologia adotada tinha como objetivo envolver ainda mais a comunidade acadêmica no processo de renovação de conteúdos assinados pela CAPES com os editores internacionais.

 


A avaliação ocorreu em duas etapas, sendo iniciada em setembro do ano passado. Os critérios foram definidos pelo GT, criado pela Portaria CAPES nº 56, de 30 de abril de 2015. Os coordenadores tiveram acesso a um formulário online para fazerem suas contribuições a respeito dos periódicos indexados no Portal.

 

 

Foto: Portal CAPES

 

Durante os dois dias em que as bibliotecárias ficaram reunidas, elas detalharam a metodologia e fizeram a compilação dos dados, baseando-se, entre outros critérios, nas estatísticas de acesso. Dessa forma, além de analisar as publicações que já estão disponíveis, a equipe tem à disposição dados que servem como subsídio para a renovação ou não dos contratos e para a escolha de novos conteúdos, diversificando sempre que possível o acervo acadêmico, científico, tecnológico e de inovação disponível na biblioteca virtual da CAPES.


O diretor de Tecnologia da Informação da CAPES e presidente do GT, Sandro Araújo, participou da reunião e falou sobre a relevância da análise dos títulos. “Hoje o Portal de Periódicos está sob os holofotes dos órgãos de controle e, inclusive, os investimentos feitos na biblioteca virtual estão em discussão”, ponderou.


“Devemos defender nossas escolhas, uma vez que conhecemos profundamente a necessidade da comunidade acadêmica. Acho válido fazer filtros e remover o que for considerado ‘descartável’, mas também é preciso analisar: será que os conteúdos com baixo acesso são desconhecidos, por isso não são recomendados? Nesse caso, seria mais apropriado tirar o que é bem conhecido e mal recomendado”, considerou Sandro.

As bibliotecárias do grupo que participaram do encontro foram Paula Maria A. Cotta de Melo (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Viviane Carrion Castilho (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Flávia Maria Bastos (Universidade Estadual Paulista) e Maria Fazanelli Crestana (Universidade de São Paulo). 


A coordenadora-geral do Portal de Periódicos, Elenara de Almeida, e a coordenadora de Bolsas no Exterior da Diretoria de Relações Internacionais, Andréa Carvalho Vieira – que também é secretária executiva do GT – estavam presentes na reunião. Além das coordenadoras, participaram os bibliotecários do Portal de Periódicos, Katyusha de Souza e João Henrick Melo, e o responsável pela área de estatísticas do Portal, João Tibúrcio de Oliveira.

 


O trabalho foi iniciado na CAPES e, por sua alta complexidade, terá continuidade em julho para ser concluído.

 

Alice Oliveira dos Santos

 

 

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