RODAS DE CONVERSA DO SIBI seráum espaço aberto para trocas de ideias e de experiências profissionais sobre temáticas que atravessam o campo da Biblioteconomia.

 

O projeto que surgiu a partir das ideias apresentadas  no PROGRAMA MAPEAMENTO DE COMPETÊNCIAS DO SiBI começará através  de encontros virtuais, em formato de live, mas continuarão de forma presencial, tão logo seja possível. 

 

Serão três encontros virtuais quinzenais, sempre às quartas-feiras, a partir das 16h30, em formato de live com participação de servidores do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ e convidados de outras instituições de ensino brasileiras. Os debates serão transmitidos pelas redes sociais com interação remota do público.

 

Vamos começar conversando sobre...

 

Dia 04/11/2020:  ACESSIBILIDADE às bibliotecas universitárias, especificamente as experiências da UFRJ e da UFC.

 

Dia 18/11/2020: MEMÓRIA INSTITUCIONAL, a importância da  preservação, divulgação,  segurança dos acervos e os desafios do tempo presente.

 

Dia 02/12/2020: PLATAFORMAS DE SERVIÇOS : a 5º geração de softwares para Bibliotecas.

 

A transmissão das rodas de conversa acontecerá através da página do SiBI no Facebook e no canal do youtbe do Forum de Ciência e Cultura da UFRJ

 

Durante as lives iremos disponibilizar um formulário de avaliação, para que sejam apresentadas ideias e sugestões, inclusive de temas de interesse para as próximas edições do evento.

 

 

Rodas de conversa do SiBI cartaz programação site

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em homenagem ao Dia Nacional do livro selecionamos alguns filmes para quem ama livros.

 

A Menina que Roubava Livros

 

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma jovem garota chamada Liesel Meminger sobrevive fora de Munique através dos livros que ela rouba. Ajudada por seu pai adotivo, ela aprende a ler e partilhar livros com seus vizinhos, incluindo um homem judeu que vive na clandestinidade.

 

 

 

Mãos Talentosas: A História de Ben Carson

 

A história de Ben Carson conta a trajetória de Benjamin Carson, diretor do departamento de Neurocirurgia Pediátrica do hospital Johns Hopkins.

O filme mostra dois momentos: Ben já adulto com a dúvida se faria uma cirurgia nunca antes feita, a de separar gêmeos siameses unidos pela cabeça; e Ben criança, quando de fato é contada a história dele até sua decisão de fazer a cirurgia.

Menino pobre, negro, filho de mãe separada e analfabeta, Ben era um aluno com baixíssimo rendimento, que sofria preconceito por parte de seus colegas e que se achava completamente incapaz de ser e conseguir algo na vida, entretanto, sua mãe, maior incentivadora do futuro neurocirurgião, faz de tudo para que ele acredite em seu potencial e é quando ela se depara com a biblioteca de seu patrão, que percebe o que poderia ajudá-lo a mudar seu futuro.

           Assim, o menino é obrigado pela mãe a ir para biblioteca ler dois livros por semana, o que o faz descobrir a Literatura, pois a partir daí ele passa a ser um leitor assíduo dos livros. Logo o desenvolvimento de Ben melhora significativamente na escola seguindo para sua entrada em Yale, uma universidade de prestígio nos EUA até ele chegar ao Hospital Antony Hopkins, onde ele passa, anos mais tarde, a ser considerado um dos melhores neurocirurgiões do mundo.

 

 

 

Sociedade dos Poetas Mortos

 

A história tem início quando a tradicional Academia Welton, e especialista em preparar seus estudantes para ingressarem em Havard e se tornarem futuros advogados e médicos, contrata um ex aluno e agora professor de literatura Jonh Keating. Contrariando a pedagogia inflexiva da Welton, o professor Keating inicia sua aula desconstruindo a ideia que sua turma tem sobre o que é poesia e os ensina o poder do “Carpe Diem”, expressão latina que significa “aproveite o dia”, fazendo uma dura crítica à sociedade que eles estavam inseridos, que já não conhecia os prazeres de viver a liberdade de fazer suas própias escolhas. Em meio a atividades excêntricas, o professor Keating faz com que os seus alunos passem a buscar o conhecimento, ao invés de simplismente absorvê-lo. Motivados por essa nova perspectiva de realidade e aprendizado, os alunos encontram um antigo anuário da escola e lá descobrem que o professor de literatura fazia parte de um tipo de fraternidade chamada “Sociedade dos Poetas Mortos”, em que os membros se reuniam em uma caverna (talvez aqui uma alegoria à caverna de Platão) para recitarem poesias e refletirem sobre elas. Inspirados por essa nova descoberta, os alunos de Keating resolvem criar sua própria versão da Sociedade dos Poetas Mortos, e passam a se reunir para declamarem poesias, interpretarem personagens e aflorar sua natureza romântica ou realistica.

 

 

A sociedade literária e a torta de casca de batata

 

O filme tem como protagonistas Lily James, no papel da escritora londrina Juliet Ashton, que apesar da fama vivi em um momento de bloqueio criativo e está em busca de novas histórias para o seu próximo livro e Michiel Huisman, que interpreta o fazendeiro Dawsey Adams, que mora na ilha de Guernsey e é um dos membros do misterioso clube a “Sociedade literária e a torta de casca de batata”.

Há uma escassez de obras literárias na ilha de Guernsey, principalmente pós invasão da Alemanha de Hitler, o que faz com que Dawsey pegue o endereço de forma aleatória de uma autora de um dos livros que leu e escreva para ela solicitando outras obras, na carta ele fala sobre a ilha, o clube de leitura que participa e seus integrantes, o que deixa Juliet encantada e com vontade de conhecer a ilha, o clube de leitura e as pessoas que Dawsey cita, a carta desperta em Juliet o seu espírito investigativo o que a faz pensar que uma viagem a ilha pode lhe render muitas histórias para o seu próximo livro.

 

 

 

 

O Clube de leitura de Jane Austen

 

Cinco mulheres e um homem se reúnem para debater as obras de Jane Austen na Califórnia do início dos anos 2000 e acabam descobrindo, entre casamentos frustrados, arranjos sociais e afetivos, que suas vivências não são assim tão diferentes das experimentadas por Emma ou outras personagens da escritora britânica que tão bem descreveu a sociedade de sua época, dois séculos atrás.

 

 

A história sem fim

 

Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, o qual classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido. A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian.

 

 

 

Coração de Tinta

 

Há muito tempo Mo decidiu nunca mais ler um livro em voz alta. Sua filha Meggie é uma devoradora de histórias, mas apesar da insistência não consegue fazer com que o pai leia para ela na cama. Meggie jamais entendeu o motivo dessa recusa, até que um excêntrico visitante noturno finalmente vem revelar o segredo que explica a proibição. É que Mo tem uma habilidade estranha e incontrolável: quando lê um texto em voz alta, as palavras tomam vida em sua boca, e coisas e seres da história surgem como que por mágica. 

 

 

 

 

Fahrenheit 451 (1966)

 

Adaptação do livro de Ray Bradbury sobre uma sociedade do futuro que baniu todos os materiais de leitura e o trabalho dos bombeiros de manter as fogueiras a 451 graus: a temperatura que o papel queima. Um bombeiro começa a repensar sua função ao conhecer uma jovem encantadora que adora livros.

 

 

 

 

A partir da próxima semana realizaremos as Rodas de Conversa do SiBI/UFRJ. O objetivo principal do evento é abrir espaço para trocas de ideias e de experiências profissionais sobre temáticas que atravessam o campo da Biblioteconomia.

Serão três encontros virtuais quinzenais em formato de live com participação de servidores do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ e convidados de outras instituições de ensino brasileiras. Os debates serão transmitidos pelas redes sociais com interação remota do público.

Divulgaremos mais detalhes ao longo da semana aqui no site e em nossas redes sociais. Fiquem atentos!

 

Rodas de conversa do SiBI cartaz site 

 

Em abril, o CAS suspendeu os controles de endereço IP normalmente aplicados à sua conta, permitindo que a comunidade acadêmica da UFRJ usasse facilmente os produtos SciFinder, independentemente de estarem dentro ou fora do campus.

 

Agora, ainda por conta da pandemia causada pelo Coronavírus, e como forma de continuar dando apoio às pesquisas, esse prazo está sendo estendido até 11 de janeiro de 2021. 

 

Para saber como se registrar e acessar o SciFinder através do CAFE, confira nosso tutorial

 

 

 

 

As bibliotecas da UFRJ devem adotar os procedimentos relacionados abaixo quando receberem as teses e dissertações defendidas por videoconferência durante o período de excepcionalidade da pandemia de COVID-19.

 

Folha de aprovação - deve ser elaborada de acordo com o modelo da UFRJ que está no Anexo 3 da resolução do CEPG 02/2002 (Formatação de Teses e Dissertações da UFRJ e demais procedimentos) (http://posgraduacao.ufrj.br/public/suporte/pr2/cepg/resolucaoCEPG/2002_02.pdf?1590601705)

 

Assinaturas na folha de aprovação - Nas defesas por videoconferência, durante o período de excepcionalidade, está suspensa a obrigatoriedade da assinatura dos membros da banca na folha de aprovação da tese ou dissertação. (Resolução CEPG nº 03/2019, 01 nov. 2019).  Somente o presidente da banca precisa assinar.

 

Arquivo em PDF - O aluno vai enviar por e-mail para a Secretaria Acadêmica de sua unidade o arquivo em PDF do texto final da tese ou dissertação e o formulário de autorização de disponibilização preenchido. É responsabilidade da Secretaria Acadêmica fazer a verificação da aprovação da defesa do aluno e cumprimento de possíveis exigências da banca com base na ata de defesa. A Secretaria deve enviar o arquivo e o formulário para Biblioteca que atende o curso.

 

Exemplar impresso - Depois do período de isolamento social, o aluno deverá entregar o exemplar impresso na Secretaria Acadêmica do curso, esta encaminhará para a biblioteca da unidade que deverá encaminhá-lo para compor o acervo da Central de Memória Acadêmica (CMA).

 

Texto na íntegra

 

 

 

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